quarta-feira, 27 de abril de 2011

Governo ataca guerra fiscal por importados entre os estados - CNI propõe ao Senado retomar reforma tributária unificando o ICMS

27/04/11 - 00:00 > TRIBUTOS
Governo ataca guerra fiscal por importados entre os estados


Karina Nappi
São Paulo - Uma primeira fatia da reforma tributária "por partes" começou ontem, quando o secretário Executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, encaminhou à Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado proposta do governo para a unificação de alíquotas interestaduais do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). A proposta é de transição gradual de uma alíquota de 12% para 2% e que a cobrança passe da origem para o destino.

Em audiência pública na CAE, Barbosa discutiu o projeto de resolução 72/10, do líder do governo, Romero Jucá (PMDB-RR), que reduz a zero a alíquota do ICMS cobrada pelos estados na importação de produtos. "É uma medida drástica, mas que acabaria com a guerra fiscal", justificou o secretário, ao ponderar que "temos um problema dos incentivos sobre as importações", agravado pelo contexto atual de "forte apreciação cambial".

O secretário de Fazenda do Estado de Goiás, Simão Cirineu, afirmou que a proposta do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) para a tributação do ICMS sobre importações é diferente. O conselho defende uma transição mais gradual e com alíquota final de 4%, proposta que tem apoio de entidades empresariais como a Confederação Nacional da Indústria (CNI). Segundo o gerente Executivo da entidade, Flávio Castelo Branco, "em vez de direcionar demandas para produtores domésticos, nós direcionamos para fornecedores estrangeiros", afirma.
 
27/04/2011 - 11:25

CNI propõe ao Senado retomar reforma tributária unificando o ICMS

Brasília - A Confederação Nacional da Indústria (CNI) propôs que o Senado dê início à chamada reforma tributária fatiada (por etapas) fixando a unificação de 4% do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) nas operações interestaduais. A sugestão foi feita nesta terça-feira, 26.04, pelo gerente-executivo da Unidade de Política Econômica da entidade, Flávio Castelo Branco, em audiência pública convocada para debater o projeto de resolução 72, que elimina benefícios do ICMS às importações.

O projeto, discutido na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado (CAE), estabelece alíquota zero do ICMS nas operações interestaduais com produtos importados. Se aprovada, a resolução 72 eliminaria os benefícios que vários governos estaduais, como Paraná, Santa Catarina, Goiás e Pernambuco, concedem às importações, prejudicando a indústria nacional. Castelo Branco sugeriu à CAE que, em vez de zero, a alíquota seja de 4% e não se limite a produtos importados, abrangendo todas as operações interestaduais.

"O projeto de resolução pode, assim, ser aperfeiçoado e retomar as ideias do projeto de reforma tributária", assinalou o economista-chefe da CNI. Explicou que a fixação da alíquota zero, embora represente o fim da guerra fiscal entre os estados, traz os riscos, entre outros inconvenientes, de sonegação fiscal, com operações internas classificadas como interestaduais para zerar o ICMS.

A CNI ingressou com Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIN) no Supremo Tribunal Federal (STF) contra os benefícios do ICMS às importações dados pelo Paraná, Santa Catarina, Goiás e Pernambuco. Segundo Castelo Branco, como o julgamento no STF é demorado, "a solução dada pelo Senado é mais rápida e eficaz". Enfatizou que o incentivo do ICMS às importações, concedido tanto na forma de crédito presumido quanto pelo financiamento do imposto, é uma prática desleal de concorrência com os produtos nacionais, que arcam com a alíquota normal, variável de 7% a 12% nas operações interestaduais.

O secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, que participou da audiência pública na CAE, apresentou diagnóstico semelhante ao do gerente-executivo da Unidade de Política Econômica da CNI. " O benefício fiscal gera movimento no porto do estado, mas efeito nocivo no Brasil como um todo, diminuindo a competitividade da indústria brasileira, numa conjuntura de forte valorização cambial e feroz concorrência global", declarou.

Barbosa propôs uma solução gradual, com a redução do ICMS nas operações interestaduais com produtos importados a 2% em três anos – de 12% a 8% em 2012; de 4% em 2013 e de 2% a partir de 2014. Alguns dos secretários de Fazenda que concedem o benefício fiscal, como o de Santa Catarina, Almir Borges, que também depôs na audiência pública, concordaram com o fim do incentivo, mas discordaram das alíquotas sugeridas pelo Ministério da Fazenda.

A legislação determina que o ICMS nas importações é recolhido, em sua maior parte, ao estado de destino da mercadoria, isto é, onde ocorre a liberação da importação. Na tentativa de atrair maior movimento de importados a seus portos, vários estados concedem a redução do ICMS, ficando com alguma receita do tributo, que, sem o incentivo fiscal, seria recolhida a outro estado. É este incentivo, que provoca guerra fiscal entre os estados, que o projeto de resolução 72 do Senado quer eliminar.



Atenciosamente
 
Cesar Magnus Torchia Monteiro Terra
cesar@mmt.com.br
messenger:cesar@mmt.com.br
skype:cesarterra
MMT ASSESSORIA EM COMÉRCIO EXTERIOR LTDA
www.mmt.com.br
www.administradores.com.br/cesarmmt
www.linkedin.com/in/cesarterra
http://twitter.com/cesarterra
tel :5511-30541521
fax:5511-30541523


Estou utilizando a versão gratuita de SPAMfighter para usuários privados.
Foi removido 48168 emails de spam até hoje.
Experimente SPAMfighter de graça agora!

Computador lento? Melhore o seu computador lento

NOTICIAS - IMPORTACAO-27/04/11

Governo ataca guerra fiscal por importados entre os estados
DCI
Em audiência pública na CAE, Barbosa discutiu o projeto de resolução 72/10, do líder do governo, Romero Jucá (PMDB-RR), que reduz a zero a alíquota do ICMS cobrada pelos estados na importação de produtos. "É uma medida drástica, mas que acabaria com a ...
Veja todos os artigos sobre este tópico »
CNI propõe ao Senado retomar reforma tributária unificando o ICMS
Revista Fator
A legislação determina que o ICMS nas importações é recolhido, em sua maior parte, ao estado de destino da mercadoria, isto é, onde ocorre a liberação da importação. Na tentativa de atrair maior movimento de importados a seus portos, vários estados ...
Veja todos os artigos sobre este tópico »
Importação de fertilizante árabe cresce 273%
DBO
As importações brasileiras de fertilizantes do mundo árabe avançaram 273% no primeiro trimestre deste ano sobre o mesmo período do ano passado e chegaram a US$ 94,7 milhões. De acordo com Tomás Huyer, diretor da Intertrade Group, empresa que trabalha ...
Veja todos os artigos sobre este tópico »
Misael Galvão apresenta Projeto de Lei que beneficiará camelos de ...
Olhar Direto
De acordo com Misael Galvão o Governo Federal ao editar a Lei 11.898/009 demonstrou sensibilidade social retirando da "clandestinidade" inúmeras pessoas tidas como sacoleiros e que tem, na importação dos produtos paraguaios, meios de sustento familiar. ...
Veja todos os artigos sobre este tópico »
Falta de mão de obra atrapalha indústrias
DCI
Isso evidencia que as indústrias da região estão deixando de adquirir insumos de empresas nacionais para importar mostrando claramente um processo cada vez maior de desindustrialização. O levantamento mostra também que a importação de insumos ...
Veja todos os artigos sobre este tópico »
Brasil deve se preparar para pagar mais caro pelo trigo importado ...
Só Notícias
... mas não acompanhe o mercado externo, uma coisa é certa para a próxima temporada: os preços do trigo importado deverão permanecer muito altos eo país poderá ter que desembolsar um valor substancialmente maior pela sua importação. Os preços de hoje, ...
Veja todos os artigos sobre este tópico »
Preço do arroz prossegue em queda
Gazeta do Sul
Outro aspecto defendido é a restrição na importação do produto de outros países. Segundo avaliações, eles concorrem de forma desleal com a colheita nacional. Segundo Hochscheid, não se entende que o preço mínimo seja de R$ 25,80, estabelecido pelo ...
Veja todos os artigos sobre este tópico »
Atenciosamente
 
Cesar Magnus Torchia Monteiro Terra
cesar@mmt.com.br
messenger:cesar@mmt.com.br
skype:cesarterra
MMT ASSESSORIA EM COMÉRCIO EXTERIOR LTDA
www.mmt.com.br
www.administradores.com.br/cesarmmt
www.linkedin.com/in/cesarterra
http://twitter.com/cesarterra
tel :5511-30541521
fax:5511-30541523


Estou utilizando a versão gratuita de SPAMfighter para usuários privados.
Foi removido 48168 emails de spam até hoje.
Experimente SPAMfighter de graça agora!

Computador lento? Melhore o seu computador lento

NOTICIAS- EXPORTACAO- 27/04/11

Agricultura aprova certificado para exportação de vinho
Revista Fator
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento aprovou o novo modelo de certificado de exportação de vinho e derivados da uva para a Comunidade Europeia. A medida está na Instrução Normativa nº 17, publicada no Diário Oficial da União, ...
Veja todos os artigos sobre este tópico »
Minas vai exportar mudas cítricas para a África
Globo Rural
O município lidera a produção de mudas no estado e poderá iniciar exportações diretas do produto para a África no segundo semestre. De acordo com a Câmara Técnica de Fruticultura do Conselho Estadual de Política Agrícola (Cepa), criada pela Secretaria ...
Veja todos os artigos sobre este tópico »

Globo Rural
Empresário foi elo que manteve viva a indústria calçadista do RS
Economia - iG
Antes de adquirir o frigorífico Pul, Ernesto Corrêa era um milionário da exportação de calçados, onde atuou fortemente entre as décadas de 1970 e 1990. O empresário foi o contato da gigante norte-americana Nine West no Vale do Sinos, o coração do polo ...
Veja todos os artigos sobre este tópico »

Economia - iG
Exportação de calçados cai em março
Fashion Mag
Seguindo o ritmo observado desde o início do ano, o mês de março deu continuidade à sequência de quedas nas exportações de calçados. De janeiro a março, a quantidade de pares exportados caiu 33,8% em comparação a igual período de 2010, ...
Veja todos os artigos sobre este tópico »
SOFTEX e APEX-Brasil promovem projeto comprador canais 2011
Revista Fator
O Projeto Comprador Canais 2011 é mais uma iniciativa da Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro (SOFTEX), no âmbito do Projeto Setorial Integrado para Exportação de Software e Serviços de TI (PSI-SW), e conta para a sua ...
Veja todos os artigos sobre este tópico »
Atenciosamente
 
Cesar Magnus Torchia Monteiro Terra
cesar@mmt.com.br
messenger:cesar@mmt.com.br
skype:cesarterra
MMT ASSESSORIA EM COMÉRCIO EXTERIOR LTDA
www.mmt.com.br
www.administradores.com.br/cesarmmt
www.linkedin.com/in/cesarterra
http://twitter.com/cesarterra
tel :5511-30541521
fax:5511-30541523


Estou utilizando a versão gratuita de SPAMfighter para usuários privados.
Foi removido 48168 emails de spam até hoje.
Experimente SPAMfighter de graça agora!

Computador lento? Melhore o seu computador lento

NOTICIAS - COMERCIO EXTERIOR - 27/04/11

Investimentos diretos de empresas chinesas no exterior atingem US ...
China Radio International
Uma pesquisa feita recentemente pelo Conselho para a Promoção do Comércio Internacional da China (CCPIT, sigla em inglês) mostra que, até o fim de 2010, os investimentos diretos de empresas chinesas no exterior atingiram US$ 260 bilhões. ...
Veja todos os artigos sobre este tópico »
Embarques da "elite" em queda
Suinocultura Industrial
De acordo com estatísticas da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) compiladas pelo Valor, de janeiro a março 13 empresas diretamente ligadas ao agronegócio entraram na lista das 40 maiores exportadoras do país e obtiveram, em conjunto, ...
Veja todos os artigos sobre este tópico »
Queda de 4% no primeiro trimestre
Diário de Cuiabá
De acordo com levantamento da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, as vendas de carne encerraram os primeiros três meses do ano em 45,27 mil toneladas de equivalente carcaça - segundo menor ...
Veja todos os artigos sobre este tópico »
Informatização de MPE irá ajudar contadores
Femicro-ES
... que irá facilitar a formalização das micro e pequenas empresas e de empresas de porte maior, segundo anunciou o diretor do Departamento Nacional de Registro de Comércio do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Jaime Herzog. ...
Veja todos os artigos sobre este tópico »
Entidades se unem contra novas regras de resseguros
Portal Nacional de Seguros
De acordo com o documento, os grupos conversaram com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior Ministério das Relações Exteriores, Ministério da Fazenda e Casa Civil. "Em vista dos efeitos ineficientes e da repercussão ...
Veja todos os artigos sobre este tópico »
Bancos ampliam posição vendida para US$ 13258 bilhões
Valor Online
O fluxo cambial positivo em US$ 133 milhões foi resultante de sobras de US$ 573 milhões nas operações de comércio exterior contra saídas líquidas de US$ 440 milhões no câmbio financeiro. Os contratos de exportação geraram entrada de US$ 11899 bilhões, ...
Veja todos os artigos sobre este tópico »
Atenciosamente
 
Cesar Magnus Torchia Monteiro Terra
cesar@mmt.com.br
messenger:cesar@mmt.com.br
skype:cesarterra
MMT ASSESSORIA EM COMÉRCIO EXTERIOR LTDA
www.mmt.com.br
www.administradores.com.br/cesarmmt
www.linkedin.com/in/cesarterra
http://twitter.com/cesarterra
tel :5511-30541521
fax:5511-30541523


Estou utilizando a versão gratuita de SPAMfighter para usuários privados.
Foi removido 48168 emails de spam até hoje.
Experimente SPAMfighter de graça agora!

Computador lento? Melhore o seu computador lento

terça-feira, 26 de abril de 2011

Governo propõe solução para 'guerra fiscal' em ICMS de importados

Governo propõe solução para 'guerra fiscal' em ICMS de importados

Barbosa apresenta solução gradual até 2014 para redução de incentivos, dando início a reforma tributária "fatiada"

Danilo Fariello, iG Brasília | 26/04/2011 11:27

O governo federal deu início a um processo de reforma tributária "fatiada", ou seja, ponto por ponto, levando hoje ao Senado uma proposta de redução gradual do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) em casos de importação, a chamada "guerra fiscal" dos portos. Diversos Estados têm reduzido suas alíquotas de ICMS para incentivar a circulação de produtos importados em seus portos.

Para o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, que apresentou uma nova proposta à Comissão de Assuntos Econômicos hoje, essa é uma mudança "urgente". "Não é uma questão de quem faz certo e quem faz errado, mas essa situação tem prejudicado o Brasil como um todo."

Ele completa que o problema é agravado pela conjuntura atual. "Nesta situação de apreciação cambial, esses incentivos estaduais já revelam problemas nacionais."

Com a guerra fiscal dos portos, determinados Estados reduziram sua alíquota a valores irrisórios para elevar o fluxo em seus portos e arrecadar mais com benefícios indiretos. Com essa redução, porém, esses Estados forçam os demais a reduzir também as alíquotas para manter competitividade. Diversos especialistas apontam, porém, que essa competição reduz a arrecadação dos Estados de maneira geral.

Resolução renovada

A proposta da Fazenda é uma redução gradual do ICMS que hoje é cobrado em alíquotas de 12%, 7% ou menos, para que cheguem a 2% em 2014. "É uma proposta gradual que encaminha o problema em três anos", diz Barbosa.

Segundo ele, essa manutenção de alíquota em 2% seria para manter o estímulo fiscalizador dos Estados, para acompanhar o fluxo de produtos que chegam ao seu Estado.

Uma resolução do Senado poderia resolver essa "guerra fiscal". Desde o fim do ano passado já tramita na casa uma proposta de Resolução que leva a zero a alíquota de ICMS em transferências interestaduais de produtos importados imediatamente.

A nova proposta do governo, portanto, torna essa transição gradual e mantém a alíquota mínima de 2% para efeito de controle da arrecadação

Estados não são todos a favor

A proposta do governo federal foi apresentada aos governos Estaduais, responsáveis pela arrecadação e principal destino do ICMS, na última reunião do Conselho de Política Fazendária (Confaz), em abril. É no Confaz que se reúnem todos os secretários de Fazenda do país.

Segundo Simão Sirnineu Dias, secretário de Fazenda de Goiás e representante do Confaz na audiência pública do Senado, não são todos os secretários a favor da nova proposta. "Muitos são a favor da transição, mas (com a alíquota) parando em 4%", diz.

Dias acrescenta que muitos Estados podem ter sua receita gravemente comprometida com a eventual mudança. "Há vários que terão desequilíbrios enormes", diz o secretário de Goiás, destacando o seu Estado, Amazonas e Mato Grosso do Sul como os principais prejudicados.

Andrea Calabi, secretário de Fazenda de São Paulo, entende a proposta do governo como razoável. Segundo ele, a "guerra fiscal" é prejudicial não só aos Estados que mais recebem produtos, como até para os que oferecem incentivo fiscal. "Muitas vezes, os incentivos são exagerados e comprometem os Estados em investimentos sociais, como saúde e educação."

Reforma continua

Segundo Barbosa, depois desse tema mais "urgente", que é a pacificação de uma alíquota de ICMS na transação interestadual de produtos importados, o governo vai olhar também para a cobrança do mesmo imposto em comércio eletrônico, energia elétrica, entre outros setores, embora em alguns desses casos, a decisão esteja mais relacionada às decisões do Confaz.

Atenciosamente
 
Cesar Magnus Torchia Monteiro Terra
cesar@mmt.com.br
messenger:cesar@mmt.com.br
skype:cesarterra
MMT ASSESSORIA EM COMÉRCIO EXTERIOR LTDA
www.mmt.com.br
www.administradores.com.br/cesarmmt
www.linkedin.com/in/cesarterra
http://twitter.com/cesarterra
tel :5511-30541521
fax:5511-30541523


Estou utilizando a versão gratuita de SPAMfighter para usuários privados.
Foi removido 47848 emails de spam até hoje.
Experimente SPAMfighter de graça agora!

Computador lento? Melhore o seu computador lento